Terça-feira, Dezembro 27, 2005


Adeus

O provedor que eu uso para manter esse blog será cortado. E com isso, Será o adeus à Catedral.
Acho que normalmente estaria procurando alguma hospedagem grátis para substituir essa que me foi durante tempos muito querida. Contudo, não sinto vontade de fazê-lo, e nem vontade de agir contra a minha vontade, apenas pela força do hábito.
Não consigo achar a razão do meu desinteresse nesse espaço que sempre me fez bem, acho que não preciso mais dele, ou devo me libertar dele.
Ou talvez eu simplesmente ache que isto foi uma fase da minha vida que já não me serve mais.
De qualquer forma, eu me desculpo com aqueles que gostam de vir aqui esporadicamente, e também os agradeço. Vocês nunca serão uma página virada da minha vida.
E se bater uma saudade, com certeza erguerei uma nova Catedral, porque o arrependimento pede uma retratação, e eu costumo fazê-la. Mais do que gostaria, às vezes.
Mas por enquanto, ficamos com o adeus.

por Clarice - 11:51 PM

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Segunda-feira, Dezembro 12, 2005


Contas

Ingresso para o show do Dream Theater: R$ 50,00
Remédio para dor de cabeça: R$ 5,00
Estacionamento do Via Parque: R$ 10,00
Spirit Carries On e o Labrie tocando pandeirola: Não tem preço.

por Clarice - 9:31 PM

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Terça-feira, Novembro 29, 2005


Fragmento

"And there, till Christ call forth the dead,
In silence let him lie:
No need to waste the foolish tear,
Or heave the windy sigh:
The man had killed the thing he loved,
And so he had to die.

And all men kill the thing they love,
By all let this be heard,
Some do it with a bitter look,
Some with a flattering word,
The coward does it with a kiss,
The brave man with a sword!"


The Ballad of Reading Gaol - Oscar Wilde

por Clarice - 4:35 PM

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Quarta-feira, Novembro 16, 2005


Resultado Geral da UFRJ

Não vou queimar minha língua dando notas, porque simplesmente olhando o gabarito eu não vou adivinhar o que vai na cabeça daqueles escravos que ficam 9 horas corrigindo provas.... Só vou fazer breves comentários em relação às provas.

Português: Essa é a mais difícil de dizer. Apesar de achar que fui bem, professor de português é uma raça orgulhosa e perfeccionista, então...

Redação: Essa é que eu não vou dar minha opinião mesmo...

Inglês: A mãe de todas as provas :)

Matemática: Garanti uns pontinhos... o resto é consideração pelo meu esforço :P

História: Acho que vai ser mais ou menos o esperado, ou seja, nada espetacular. (O que foi que Geisel fez, afinal?)

Geografia: Surpreendeu. Eu achei que ia ser um desastre, mas ainda foi melhor do que história. (O que também não quer dizer muita coisa.)

É isso, se todas as notas forem como eu acho que foram, está tudo nos conformes e a nota das não-específicas foi melhor do que o esperado... Agora que venham as específicas, porque é isso que importa mesmo.

por Clarice - 1:47 PM

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Quarta-feira, Outubro 19, 2005


...

Quatro domingos pra UFRJ.
Que ano escroto esse tal de 2005. É a primeira vez que vivo um ano da minha vida só pensando em um dia (ou dois, no caso) e, pra dizer a verdade, detestei.
Não é nervosismo ou ansiedade. É simplesmente o fato de estar lá, escondida em algum sub-lóbulo do seu cérebro, uma data pulsante. Se alguém diz que faz aniversário no dia 12 de novembro, imediatamente a dita cuja se manifesta: "Dia 13 - Provas não-específicas da UFRJ".
Essa constante me irrita. Míseros dias que vão decidir se um ano inteiro prestou para algo. É muita pretensão...
Ah, deixa pra lá. No fundo são meros dias do ano de 2005.

por Clarice - 1:03 PM

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Sábado, Outubro 08, 2005


O Morcego

"Meia-noite. Ao meu quarto me recolho.
Meu Deus! E, agora, vede:
Na bruta ardência orgânica da sede,
Morde-me a goela ígneo e escaldante molho.

"Vou mandar levantar outra parede..."
-Digo. Ergo-me a tremer. Fecho o ferrolho
E olho o teto. E vejo-o ainda, igual a um olho,
Circularmente sobre a minha rede!

Pego de um pau. Esforços faço. Chego
A tocá-lo. Minh'alma se concentra.
Que ventre produziu tão feio parto?!

A Consciência Humana é este morcego!
Por mais que a gente faça, à noite, ele entra
Imperceptivelmente em nosso quarto!"

E viva Augusto dos Anjos. Tinha que ser Augusto...

por Clarice - 11:37 AM

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Segunda-feira, Outubro 03, 2005


Só uma letra

A False Reality - Rain Fell Within

Into my imagination, into my pulsing veins.
Within my aching heart, you seem to ease the pain.

Just one more cut through my skin
And I can feel my life begin!
Here there's more pleasure than pain,
I see things never meant to...

See my imagination, into my pulsing veins.
Within my aching heart you sem to ease the pain.

And I see the damage you are doing,
but I can't seem to escape this false reality!
But I will not be fooled by your lying eyes!
I find it so absurd, you think you're in disguise.
And you say to me that I am your destiny...
But where will you be tomorrow?

por Clarice - 3:03 PM

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Terça-feira, Setembro 20, 2005


Another Day

No momento ânsias se revolvem no meu estômago. E as causas não são nada biológicas. Só quero saber se isso é bom ou ruim...
Estou numa gangorra sentimental nada agradável.
Terminei de ler um aprazível Harry Potter and the Half-Blood Prince para mergulhar no desprezível mundo de Augusto dos Anjos. Bem condizente com o meu estado.
Nananinanão, não estou reclamando, senhores. Tudo está na mais perfeita paz...

por Clarice - 10:28 PM

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Sábado, Agosto 27, 2005


Underestimated

Assim se resolve um problema no Brasil. Com palavras contagiantes, ainda que compondo uma realidade distorcida.
Recebi ontem no Colégio uma circular destinada "aos pais e alunos" explicitando as razões que levaram o sindicato a proclamar greve. Uma carta exaltada, enaltecendo a valia do funcionalismo público, (que sabemos, não tem tanta valia assim) e ornamentada com críticas multidirecionadas. Depois de ler o documento, não sabia se me revoltava contra mim mesma, o governo Lula, o governo FHC ou com os próprios revoltosos.
Ora, não se consegue mais um movimento organizado, livre de oporunistas e pessoas sem bom senso. Não há sequer um planejamento ou uma análise mais profunda das atuais conjunturas. Chegamos ao ponto de não haver coiotes entre ovelhas, mas sim ovelhas entre coiotes.
Líderes sindicais tentam a todo o custo levar a "conscientização", porém uma Assembléia em que 2/3 dos presentes (qual a porcentagem de presentes considerando todo o corpo docente não foi divulgado) votam greve é considerado absoluta maioria. Me parece uma conscientização um tanto quanto outorgada.
A inteligência está gradativamente sendo substituída pelo carisma e lábia. Rodeados de crápulas e sanguessugas; seja no poder ou na oposição, no Colégio, na praia, no bairro, no laboratório, no bar, na churrascaria ou na floresta, perdemos completamente o senso de direção, ou de dever.
Cada um por si, Deus por todos. Esse é o lema. Pois se o dinheiro público vai para bolsos alheios, também eu tenho direito a 18% de aumento salarial. Também tenho direito a comprar roupas todos os meses, e se as crianças querem comer, elas que façam um sindicato e entrem em greve.
Toda essa contradição só me irrita. Como se pode criticar tanto o individualismo sendo individualista? Porque não só por uns instantes pensar no coletivo, e quando o coletivo puder respirar um pouco mais aliviado, deixar a selva de pedra individualista voltar à voga? Se os Japoneses após a 2ª guerra faziam hora extra de graça para reerguer o seu país, como podemos pensar no nosso como uma vaca leiteira que devemos ordenhar todos os dias? É desprezível.

Fiquem com Deus, ilustres visitantes.

por Clarice - 6:56 PM

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Sábado, Agosto 13, 2005


Vortex

Hoje é dia 13? De agosto.. Mês 8. 8+3=11. 13/11 = Primeira prova da UFRJ. Faltam exatamente três meses.
Não se enganem, não estou preocupada. Pelo contrário, queria que a prova fosse amanhã. Que amanhã fosse dia treze de novembro. Assim talvez eu me livrasse desse piano de cauda que eu pareço estar carregando a cada milésimo de segundo que espero. Espera é suave demais, a palavra certa seria anseio. É, eu anseio desesperadamente o fim desse ano. Desculpem, algum tempo atrás eu afirmei categoricamente que não vejo benefícios em expor minhas fraquezas para outrem, mas na verdade eu não estou me lamentando. O fardo que eu carrego não é conseqüência de tristeza, cansaço ou desespero. É o fardo do tempo.
Só desejo que o tempo passe mais rápido, quero enfrentar o mestre da fase e passar para outra. Mas os dias se arrastam como lesmas e eu estou inerte aguardando a linha de chegada. Me sinto (e sou, em verdade) incapaz de acelerar esse processo que vejo se repetir todos os anos. E todos os anos vestir calça azul marinho, blusa branca, alfinetar um emblema (que esse ano tem três estrelas, ao menos mudou) e prender os cabelos com a mesma piranha roxa. Apesar de gostar do uniforme, ele ainda é um uniforme que uso há anos. Ainda sou a mesma personagem.
Mas pretendo zerar o jogo.
Mission Acomplished, Game Over, Thanks for Playing.
Ou meu nome no jornal.
















Hammerfall Lyrics

por Clarice - 12:46 PM

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Quinta-feira, Julho 28, 2005


Chronos

É, acho que eu podia escrever várias e várias linhas sobre o dia de ontem, mas sinceramente acho que não vale a pena. Nunca vou reviver o dia de ontem, foi único, inesquecível.
Acordar cedíssimo, ficar horas em pé numa fila para passar segundos entregando papéis para os mebros da banda e só ter coragem para falar singelos "thanks". O acaso de aleatoriamente ser formado um grupo tão perfeito, que fez as horas de tremedeiras nas pernas, frios na barriga, fome mortal, terminações nervosas dos pés destruídas parecerem moleza.
Aventuras antes do show, e reviravoltas nos planos. Preocupações dos pais, mais filas, posicionamentos... esperas infinitas. Pareceu mágico o instante em que "Childhood in minor" começou a tocar. Todos os corações no mesmo ritmo, todos os olhos ansiosos convergendo para o mesmo ponto... e eis que surgem... reles mortais elevados à categoria de deuses pela massa emocionada. Floor, Bas, Luuk, Joost, Sander e Andre.
Não havia mais dores, fome, fraqueza. Só havia a vontade de cantar mais alto do que os microfones. Eu nem sei se a minha voz saiu ou não, só sei que eu tentei, com todas as minhas forças.
Todos pareciam extasiados... Indicadores e mindinhos pairando no ar. Cabelos, muitos cabelos. E os ídolos se acabando no palco.
E assim, sem saber se foi muito ou pouco, acabou.
Depois disso, tentamos fotos com os integrantes. Espremidos contra grades, clamando por alguns segundos a mais de fantasia. Para variar um pouco eu não falei nada com ninguém, se eu consegui um autógrafo no meu ingresso foi porque a Odete pegou pra mim. Mas depois de analisar as horas que eu fiquei em pé e como eu ia odiar sair dali sem ter trocado duas palavras com pelo menos algum deles, pedi pra tirar uma foto com o Joost (tecladista).
Despedidas à parte, a "intocável" Floor Jansen se refugiou no canto do ônibus, longe dos olhares suplicantes dos fãs. Os outros pelo menos deram atenção para os ensandecidos. Melhor para eles. Tudo o que eu ouvia deles era que eram "parceiros". A impressão que a Floor deixou não foi nem um pouco boa.
Só sei que eu saí dali com a garganta e o coração quimando. Bebi água, mas ela só funcionou para a garganta.
Entrei no táxi sem saber quem era eu, o que estava fazendo ali e porque eu não sentia meus pés. A volta à realidade foi uma dolorosa pancada da tecnologia: 5 chamadas não atendidas no meu celular. Hora de dar uma satisfação para a mamãe.
Fiz a conta do racha do táxi errada, esqueci de dizer ao motorista aonde ir no labirinto do minotauro que é a minha rua... e cheguei em casa. Subi as escadas, abri a porta, estranhei meus pais acordados na sala às 2h da manhã e fui dormir.

Agora já melhorou um pouco, mas ainda estou um pouco dopada. Não consigo me concentrar direito. Mas duas coisas não me saem da cabeça: quero as fotos e o vídeo o quanto antes; e quero que aquele grupo se reúna muitas e muitas vezes.

P.S.: Perdão pelos erros de pontuação, coerência, coesão... Mas esse texto é psicografado.
Ouvindo: Dead Boy's Poem - Nightwish

por Clarice - 1:24 PM

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Domingo, Julho 24, 2005


versos

Oscila vagamente, causa-me dor
a brisa do leste.
Nos céus os anjos choram por
uma causa perdida
Na terra choro eu com ardor
pela porta celeste
para mim cerrada enquanto não
creio na vida














por Clarice - 10:00 PM

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Segunda-feira, Julho 18, 2005


Ephemeral

Uma característica (nem qualidade, nem defeito) essencial do meu ser é a resistência. Resistência às reviravoltas e manobras da vida. Perdão, acho que estou me expressando mal, parece um estoicismo forçado, mas não é isso que digo.
Quando eu e meus irmãos éramos mais novos e reclamávamos de alguma coisa, nossa mãe dizia que estávamos "nos fazendo de coitadinhos". Não há expressão mais adequada para designar o assunto sobre o qual pretendo discorrer aqui. Sobre essa autopiedade de que somos rodeados constantemente, e que por vezes somos vítimas.
Muitas vezes o mundo é injusto, não é? Muitas vezes parece que não vamos suportar mais. Quando eu sinto isso, a primeira coisa que me vem à mente é a voz da minha mãe. E como todo o filho tem que admitir: a mãe tem razão. Toda a vez que sou presa de uma profunda tristeza, ódio ou confusão, toda vez que afundo no poço da dúvida e perdição, meu sofrimento dobra devido à seguinte resolução: a culpa é minha. Se eu me abalo, a culpa é totalmente minha, pela minha fraqueza e incapacidade de simplesmente não me abalar.
O mundo já tem problemas demais para pensarmos nos nossos. E creiam, foi exatamente por pensarmos nos nossos problemas que o planeta está como está.
Políticos da atualidade só pensam neles mesmos ao receber dinheiro que não lhes pertence absolutamente, e ainda por cima tentam apiedar as massas, se fazem de vítimas das circunstâncias, e muitas vezes conseguem convencer.
Ao chorarmos, reclamarmos ou expormos nossas dificuldades, conseguimos atenção e piedade dos outros à nossa volta. É desnecessário e inútil. Para que expormos nossas chagas mais ao invés de deixá-las cicatrizarem com o tempo? Para que levar nossa dor ao próximo? Até que ponto exibir nossos desgostos ajuda a solucioná-los?
A tristeza não é um crime. A tristeza não é um pecado. A tristeza é um estado de espírito que depende apenas de nós mesmos. Culpar outrem não ajuda, assim como se martirizar também não. Tudo o que é preciso fazer é tomar ciência de que a tristeza é normal, não é exclusividade nossa e que temos duas opções: continuarmos tristes ou não.

E como diz um escritor que sempre me acrescenta algo: "Um pouco de spleen não faz mal a ninguém.". Um pouquinho só.

Tristeza Pé no Chão - Clara Nunes

Dei um aperto de saudade
No meu tamborim
Molhei o pano da cuíca
Com as minhas lágrimas
Dei meu tempo de espera
Para a marcação e cantei
A minha vida na avenida sem empolgação


Vai manter a tradição
Vai meu bloco tristeza e pé no chão
Vai manter a tradição
Vai meu bloco tristeza e pé no chão


Fiz o estandarte com as minhas mágoas
Usei como destaque a tua falsidade
Do nosso desacerto fiz meu samba enredo
Do velho som do minha surda dividi meus versos

Vai manter a tradição
Vai meu bloco tristeza e pé no chão
Vai manter a tradição
Vai meu bloco tristeza e pé no chão

Nas platinelas do pandeiro coloquei surdina
Marquei o último ensaio em qualquer esquina
Manchei o verde esperança da nossa bandeira
Marquei o dia do desfile para quarta-feira

Vai manter a tradição
Vai meu bloco tristeza e pé no chão
Vai manter a tradição
Vai meu bloco tristeza e pé no chão

por Clarice - 2:31 PM

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Quinta-feira, Junho 30, 2005


Notícia

Vejam que interessante a notícia que acabei de ler em um desses sites de rock:

"WALL OF DEATH FAZ SUA PRIMEIRA VÍTIMA: FÃ MORRE NA ALEMANHA"

"O wall of death fez sua primeira vítima: na Alemanha, um fã morreu durante a prática, em um festival na cidade de Herne (próximo a Dortmund), no último sábado (25/6). O wall of death é uma espécie de mosh extremamente violento, que foi popularizado pela banda Lamb of God no Ozzfest 2004. Funciona assim: ao comando da banda, a platéia se divide em dois, ficando um corredor vazio separando os dois lados.

Ao sinal, os dois lados partem pra cima um do outro e aí vale tudo. A organização do Ozzfest pedu para o Lamb of God parar com a prática, mas ela já se espalhou pelo mundo. No entanto, no festival de Herne, um fã de 26 anos, não identificado, sofreu uma pancada muito violenta no fígado e morreu ao dar entrada no hospital da cidade.

Fonte: Rock Brigade"


Não sabia que o baile de corredor e os famosos Lado A e o Lado B tinham sido exportados. E depois dizem que roqueiros não gostam de funk.

por Clarice - 10:07 AM

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Sexta-feira, Junho 24, 2005


27-07-2005 Circo Voador, Rio de Janeiro (Brasil)

Que título alegre!!! Que felicidade!!! Uma data respeitável!
Esse pequeno amontoado de vocábulos foi retirado (sim, ctrl+C ctrl+V) do nada mais nada menos do que o site do After Forever!
Sim, minha banda preferida vem para o Brasil, não só para o Brasil como para o meu querido e amado Rio de Janeiro! Como eu amo essa banda! Não se esqueceram de nós, como o Tristania e outros...
Por instantes preciosíssimos da minha sexta-feira, esqueço da prova de Física de amanhã. Dane-se a intensidade da corrente elétrica, dane-se o dioptro plano, a resistividade, a equação de Gauss, Snell-Descartes, enfim, todos esses que insistem em atrapalhar nossos boletins, quero que eles se danem, porque enquanto eles se afogavam em cálculos e números, eu estava ouvindo Zenith, do After Forever.
Assim como o vetor do Campo Elétrico é de sentido contrário ao da Força Elétrica quando a carga de teste é negativa, a intensidade da minha vontade de ir ao show é inversamente proporcional ao meu capital para fazê-lo.
Ainda bem que o módulo de seu ingresso não está elevado, senão eu seguraria uma faca e a enfiaria no buraco do fio fase de uma tomada de 220 volts (ou J/C, que é muito mais bonito e didático) de tanto desgosto.

- Detalhe Importante: No site do After Forever, das quatro cidades em que o grupo fará shows (SP, BH, RJ e POA), apenas no Rio de Janeiro está escrito Brasil com "S". Misterioso...

Já disse que amanhã tem prova de Física? Ai, ai...

por Clarice - 11:26 PM

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.Nome: Clarice
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